segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O transito de Vênus.


Em 6 de junho de 2012 o planeta Vênus ficará alinhado com o Sol de forma tal que o eclipsará. Eclipsar é um eufemismo neste caso porque o tamanho de Vênus é tão pequeno (aproximadamente 30 vezes menor), comparado com o disco solar. Por esse motivo chamamos a este tipo de eclipses de trânsitos.
Os trânsitos de Vênus são bem conhecidos e têm um período variável embora previsível: a um intervalo de 8 anos segue-se outro de 121,5 anos, posteriormente acontece um trânsito 8 anos mais tarde para voltar a acontecer 105,5 anos depois. Ou seja que o próximo trânsito de Vênus será em 11 de dezembro de 2117. O padrão 105,5 – 8 – 121,5 – 8 anos não é o único possível no ciclo de 243 anos, devido à pequena diferença entre os tempos em que a Terra e Vênus chegam ao ponto de conjunção. Antes de 1518, o padrão de trânsitos era 8 – 113,5 – 121,5 anos, e os oito períodos entre trânsitos antes do trânsito de 546 foram de 121,5 anos
O interesse científico original na observação de um trânsito de Vênus era que ele poderia ser usado para determinar o tamanho do sistema solar, empregando-se o método de paralaxe e a terceira lei de Kepler. Vênus é conhecido como planeta desde os tempos pré-históricos (para os sumérios e babilônios era Dil-i-pat, para os chineses era Jīn-xīng) e os seus movimentos no céu eram conhecidos pela maioria das antigas civilizações.
Os maias pensavam que as posições de Vênus e de outros planetas tinham influência sobre a vida na Terra e eles e outras culturas pré-colombianas programaram as suas guerras e outros eventos importantes, como coroações, baseando-se nas suas observações. Existe uma profecia maia que diz que um novo mundo de consciência nascerá na ocasião do trânsito de Vênus de 2012, alertando também para o fato de o primeiro e último katuns do atual Ciclo de Conta Longa testemunharem estes raros trânsitos.
Descobriu-se que os maias tinham outro sistema de contagem dos dias, chamado Nascimento de Vênus. Este calendário era dividido em meses (uinals) de 20 dias, anos (tuns) de 360 dias (cada ano com 18 meses) e longos períodos de 7200 dias (katun = 20 anos) e de 144 000 dias (baktun = 394,5 anos). O número 13 era importante para eles, que acreditavam que, com o nascimento de Vênus após 13 baktuns (aproximadamente 5125 anos, o Ciclo de Conta Longa), o mundo chegaria ao fim. Segundo a cronologia maia, a era actual começou em 13 de Agosto de 3113 a.C. (data que marca o nascimento de Vênus) e deve terminar a 21 de Dezembro de 2012, data em esta estrela morrerá simbolicamente, ou, segundo linguagem astronômica, quando Vênus desaparecer por trás do horizonte ocidental, no mesmo instante em que a constelação das Plêiades nascerá a Este. Mostram ainda que a cada 1 872 000 Kins, ou 5125 anos, as mudanças no Sol são maiores (com direito a inversão magnética), sendo estas sinônimo de mudança e destruição na Terra. 2012 fecha um ciclo de 5125 anos.
A civilização maia acreditava em ciclos recorrentes de criação e destruição: a cada ciclo de 5125 anos finaliza uma humanidade (ou raça) na Terra - primeiro a destruição, seguida pela regeneração que traz o ciclo seguinte, o Sol. A recriação do mundo na nossa era atual deu-se em 3113 a.C. e termina a 21 de Dezembro de 2012.

Por muito que os profetas se empenhen, muitos eventos que acontecerão em 2012 serão pura coincidência e dificilmente tenham qualquer relação com os maias e sua cultura. Mesmo que desprezemos a sabedoria dos Maias, devemos respeitar seus conhecimentos astronômicos com evidências científicas detectadas em nossa era.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O Novo Testamento forjou um Messias.

Conforme as escrituras cristãs, Jesus não era descendente do Rei Davi e da casa de Salomão.
O “Novo Testamento” cristão fala sobre a genealogia de José. Entretanto, há um grande problema para os cristãos resolverem: Jesus afirma ter nascido de uma virgem e que José não era seu pai.(Mat.1:18
Em resposta, alega-se que José adotou Jesus, e passou sua genealogia a ele por adoção.
Não há base bíblica para a adoção nesses casos. Um pai não pode passar sua linha tribal por adoção. Um sacerdote que adota um filho de outra tribo não pode fazer dele um sacerdote por adoção. Mas, suponhamos que tenha havido a adoção.
Mesmo assim, José não poderia dar a Jesus o que ele mesmo não tinha. José é descendente de Jeconias (Mateus 1:11-16). E daí? E daí que os escritores cristãos esqueceram que isso fez José cair na maldição do Eterno que prevê que nenhum dos descendentes de Jeconias se sentaria como rei no trono de Davi. Jesus não poderia ser o messias por causa da maldição prevista para os descendentes de Jeconias

Outra questão: não há provas de que Maria descende de Davi. Mesmo que se pudesse comprovar que Maria é descendente de David, a filiação tribal nos tempos antigos dava-se através do pai e não através da mãe conforme previsto em Números 1:18 e Esdras 2:59. Se Jesus não tinha pai humano, como ficaria então a questão da filiação?
 Em qualquer caso, como José é descendente de Jeconias, Jesus não poderia ser o messias por causa da maldição prevista para os descendentes de Jeconias.
Mas, o “Novo Testamento” cristão é confuso em relação à genealogia de José. Enquanto Mateus diz que José é descente de Jeconias, o amaldiçoado, Lucas discorda e diz que José é descendente de Natã filho de Davi. (Lucas 3:23-31).
De qualquer modo, isso é insuficiente para qualificar Jesus como possível messias tendo em vista que é preciso ser descendente de Davi e Salomão. Dessa maneira, a descrição de Lucas é inútil, pois Jesus passa por filho de Natã, não de Salomão.
Além disso, Lucas (3:27) também lista Salatiel e Zorobabel na árvore genealógica de Jesus. Ora, lembremos que os dois também aparecem em Mateus 1:12 como descendentes de Jeconias, o amaldiçoado! Enfim: de qualquer maneira Jesus não preenche os requisitos para ser messias.
Mas deixemos de lado essas questões de genealogia. Não é apenas essa questão que inviabiliza Jesus como o pretendido messias. Há outros pontos. Analisemos:
Segundo a tradição judaica, o profeta Elias irá reaparecer antes da vinda do Messias (Malaquias 4:5-6). No “Novo Testamento” cristão, Jesus afirma que João Batista era Elias (Mateus 11:13-14, 17: 10-13). Entretanto, quando João Batista foi perguntado sobre o assunto, ele negou (João 1:21). O Evangelho de Lucas 1:17 tenta resolver o problema, afirmando que o João Batista apareceu no espírito de Elias.
Profeta Malaquias previu que o próprio Elias iria retornar, e não apenas alguém em seu espírito, caso típico da reencarnação. Elias, para quem não sabe, foi o único que subiu aos céus sem morrer  (2 Reis 2:11). Por isso, espera-se que o profeta, ao voltar, volte diretamente do céu sem a necessidade de reencarnar nem de nascer.
Jesus não trouxe o fim da violência nem para ele, muito menos para o mundo.
O Messias vai governar em uma época de paz no mundo inteiro. “E julgará entre muitos povos, e castigará poderosas nações até mui longe, e converterão as suas espadas em enxadas, e as suas lanças em foices: uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra.”(Miquéias4:3).                          
“O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará junto ao cabrito; o bezerro, o leão novo e o animal cevado andarão juntos, e um pequenino os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, e as suas crias juntas se deitarão; o leão comerá palha como o boi.” (Isaías 11:6-7).Uma era de paz eterna entre todos os povos e todas ás nações.
 Isaías 2:2-4; Miquéias 4:1-4; Ezequiel 39:9.
Reconstrução do Templo
Fonte: Isaías 2:2; Ezequiel 37:26-28.
O templo ainda não foi reconstruído. Jesus não teria a possibilidade de cumprir a profecia já que o Segundo Templo nem tinha sido destruído antes dele ser morto pelos romanos.
Não precisa ser um gênio para perceber que a fome ainda não cessou em nosso meio.
Não haverá fome no mundo Ezequiel 36:29.
O Rio Nilo Secará. Isaías 11:15.
Jesus não secou o rio Nilo. Ele continua forte, vigoroso e fluindo como de costume.
As árvores darão frutos mensalmente
Prova de que o messias ainda não veio.
Fonte: Ezequiel 47:12.
 O reestabelecimento da dinastia David, que jamais cessaráDaniel:13-14  
Mas Jesus não teve filhos, nem estabeleceu reinado algum, muito menos um que nunca cessaria.
O CRISTIANISMO E O JUDAISMO FORAM CRIADOS COM FINS POLÍTICOS E COMERCIAIS! NÃO EXISTE NADA DE DIVINO NESTE SISTEMA RELIGIOSO.