quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

O que todo criacionista deveria saber

Parte XV – Davi
Na escritura hebraica Davi não é só o doce cantor de Israel, o cinzelado poeta que toca harpa e compõe os Salmos. Após fazer  sua reputação matando Golias, Davi recruta um bando de guerrilheiros, extorque riquezas de seus concidadãos a poder da espada e luta como mercenário para os filisteus. Davi destrona seu sogro Saul e absorve as tribos meridionais de Judá, conquista Jerusalém e a faz capital do seu reino que durará quatro séculos. Davi será celebrado em historias, canções, esculturas e sua estrela de seis pontas simbolizara seu povo por três mil anos. Também é venerado como precursor de Jesus.                              Na família real sexo e violência andam de mãos dadas. Um dia, enquanto passeia pelo terraço da casa real, Davi espia uma mulher nua, Bate Seba, e gosta do que vê. Por isso manda o marido morrer em batalha e a adiciona a seu harém. Mais tarde um filho de Davi estupra uma irmã e é vingada por outro filho. O vingador, Absalão, reúne um exército e tenta usurpar o trono de Davi tendo relações com dez de suas concubinas. Perseguido pelos soldados de Davi  Absalão fica preso, pelos cabelos, a uma árvore e o general de Davi lhe crava três lanças no peito. Bate  Seba engana o senil Davi para que nomeie seu filho bastardo, Salomão, como seu sucessor. Quando o legítimo herdeiro, Adonias, o filho mais velho de Davi reclama, Salomão manda assassina-lo.                                                                                             A Bíblia retrata um mundo, aos olhos modernos, de uma selvageria chocante. As pessoas escravizam, estupram e assassinam membros de sua própria família. Mulheres são compradas, vendidas, estupradas e roubadas como brinquedos sexuais.
Jeová, tortura e massacra pessoas às centenas de milhares por desobediências triviais ou mesmo sem razão alguma. Não são atrocidades isoladas nem obscuras. Elas envolvem todos os principais personagens do Antigo Testamento e aparecem em uma linha contínua de um enredo que se estende por milênios começando por Adão e Eva, passando por Noé, Moisés, Josué, Sansão, Saul. Davi, Salomão, entre outros. A Bíblia hebraica contém mais de seis mil passagens que falam explicitamente sobre nações, reis ou indivíduos que atacam, destroem ou matam outros em nome de Jeová. Sem contar os mil versículos nos quais o próprio aparece como o executor direto de punições violentas e mais de cem outras em que o criador ordena expressamente que se matem pessoas.
A boa notícia, obviamente, é que a maior parte de tudo isto jamais aconteceu. Não há indícios que Jeová inundou o planeta ou incinerou suas cidades, assim como a saga dos profetas. Os historiadores não encontraram referência alguma sobre o êxodo de um milhão de cativos. Algo que não passaria despercebido pelos escribas egípcios. Os arqueólogos não descobriram, em Jericó, indício de saques em suas ruínas por volta de 1200 a.C. Se existiu algum império davídico que se estendia do Eufrates até o  Mar Vermelho na virada do primeiro milênio a.C., ninguém da época parece ter notado.
Estudiosos modernos da bíblia concluíram que ela foi um trabalho colaborativo nos moldes de nossa Wikipédia. Ela foi compilada  no decorrer de meio milênio por escritores que tinham diferentes estilos, dialetos, nomes de personagens, concepção de Deus e então montada a esmo o que a deixou repleta de contradições, duplicações e “non sequiturs”.                                                         
A imensa maioria de judeus e cristãos praticantes, nem é preciso dizer, são pessoas decentes que não sancionam o genocídio, o estupro, a escravidão ou o apedrejamento por infração sem importância.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Cordeiro ou cabrito?

“Não ser parte” está longe de não ter lado. Tenho meu lado e sou parte de mim mesmo.
Não sou fundamentalista, não faço parte de torcidas, não entro em filas para receber e muito menos para pagar. 
Sou agnóstico, apartidário, não pertenço a nenhum tipo de manada e ninguém me apascenta. Não fui criado à imagem e semelhança de ninguém, nem ficarei ao lado direito ou esquerdo de alguém por ter sido eleito ovino ou caprino. 
Sou uma ínfima parte desta evolução continuada, descoberta por Darwin, onde todos os seres vivos tem a mesma ameba como origem.
Tenho simpatia natural por aqueles que preferem andar na contramão. Não tenho nada a defender e me envaideço da minha vida sem amarras religiosa ou partidária. Há anos eu sou assim, não me considerando parte da massa, não pensando como a maioria.
Mentiria se dissesse que me orgulharia em desfilar de punho erguido ao som do Hino Nacional, não me sentiria satisfeito em acompanhar o Círio agarrado à corda nem seria ministro de qualquer seita ou dissidência. Muito menos ser, simplesmente, simpatizante de um partido que adotou todo o tipo de falcatrua como método de governo.
Não ter partido político ou religião é não ter lado? O risco de ter um lado para a democracia ou para a crença é maior do que não ter nenhum igualando desiguais. Onde está o elemento que aclama a inteligência e nos faz evoluir? Nas diferenças ou nas igualdades? Não se pode falar daquelas sem reconhecer estas, mas é perfeitamente possível evidenciar estas, fazendo tábua rasa daquelas. Está aí uma das diferenças entre a inteligência e a estupidez.
Grande número de indivíduos que se julgam exemplares da raça humana, formam grupos, ora políticos, ora religiosos, procurando igualdades no comportamento, no ideal e na filosofia tanto para o bem quanto para o mal. Se julgam os donos da verdade e alguns acham que herdarão um reino no céu, não aceitam divergências e normalmente tem líderes. Não descobriram que seus ganidos são ignorados pela natureza e continuam tentando provar o improvável. 
Não obstante existem aqueles que, apesar de viverem na mesma sociedade, não exercitam seu lado primata, tem filosofias únicas e raramente são maus. Mesmo sendo discriminados, perseguidos ou castigados dão contribuições substanciais através de suas experiências ponderáveis para várias ciências.
A raça humana continua incentivada a reproduzir párias em progressão geométrica e se organizam em bandos praticando infanticídios, assassinatos, seqüestros, estupros, assaltos e outras barbaridades que os Bonobos abominam. Desprezo bandos, desprezo manadas, desprezo miríades e nem guilda eu freqüento por desconhecimento. Parte do meu intelecto teme o pluralismo de um lado só. Já os indivíduos na sua singularidade me interessam. 
Não sou anti-social, mas minha confraria se resume em poucos dígitos. Posso até ter um lado primata, mas a outra parte é conservadora. Pode?... Pois é.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Herança mitocondrial de uma Eva primata

As mitocôndrias (mt DNA) estão localizadas no citoplasma das células, ao passo que os cromossomos localizam-se no núcleo celular, a grande diferença entre eles em termos de herança é que os genes nucleares (organizados no cromossomo) necessitam de um homólogo situado no mesmo local (locus) do cromossomo para que se manifeste no fenótipo. Essa manifestação depende de outros fatores que não vamos abordar aqui como a dominância, a recessividade, a homozigose etc. No caso do Homo Sapiens enquanto o DNA nuclear depende de 46 cromossomos da célula espermática, mais os 46 cromossomos homólogos da célula do óvulo para codificar o DNA do indivíduo que irá nascer o DNA mitocondrial provem somente do óvulo, já que as contidas no espermatozoide são eliminadas no momento da fertilização.
A divisão das mitocôndrias é independente da divisão celular e se dá quando há necessidade de mais energia. Essas diferenças entre os genomas do núcleo e da mitocôndria são marcantes, mas há outra ainda mais intrigante que surge quando se dá a fertilização de um óvulo por um espermatozoide.
                        Como todos sabem nesse processo o material genético do espermatozoide se mistura com o do óvulo. Cada participante, pai e mãe, contribui com 46 cromossomos que se misturam e combinam, formando os cromossomos nucleares do embrião.
                        Algo diferente acontece com os genes mitocondriais do espermatozoide. As mitocôndrias do espermatozoide são marcadas com um composto chamado ubiquitina e, quando penetram no óvulo, essa marca informa que elas devem ser destruídas. Pouco tempo após a fecundação, o embrião só tem mitocôndrias herdadas da mãe.
                        Em outras palavras: para as mitocôndrias só há herança materna. A genética das mitocôndrias não é mendeliana, pois as mitocôndrias do embrião são iguais às da mãe, exclusivamente. E assim por diante, ao longo das gerações: do ponto de vista mitocondrial, os machos não importam, ou importam quase nada
Isso levou à descoberta de que o DNA mitocondrial é muito bom para acompanhar linhagens genéticas. Como ele é herdado apenas da mãe, não sofre praticamente nenhuma recombinação. Também sofre pouco os efeitos da seleção natural devido a seus genes serem poucos e especializados. Os pesquisadores começaram então a usar o DNA das mitocôndrias para traçar a história evolutiva das populações.
                        Os genes do núcleo levam milhões de anos para acumular mutações, pois são relativamente bem protegidos. É por essa razão que 98% de nossos genes nucleares são iguais aos genes dos chimpanzés. Os genes mitocondriais mutam cerca de 20 vezes mais rapidamente que os nucleares pois sofrem a ação dos radicais livres e são nus. A resolução nas comparações entre genes é muito mais fina se o DNA das mitocôndrias é usado, em vez do nuclear, para rastrear as árvores genealógicas.
                        A função principal das mitocôndrias é a de RETIRAR ENERGIA DOS NUTRIENTES através da FOSFORILIZAÇÃO OXIDATIVA que se processa no interior das mitocôndrias através da produção de ATP (adenosina trifosfato).  Podemos dizer que as mitocôndrias são “a casa de força” das células principalmente as musculares completamente dependentes da liberação das reações metabólicas para o consumo de energia. A qualidade e extensão das contrações extensões musculares estão diretamente ligadas ao mtDNA e terão um desempenho de acordo com a eficiência da liberação de energia para esses movimentos.
ATP é a sigla para a Adenosina Tri-Fosfato, ou Tri Fosfato de Adenosina, mas todo mundo só chama de ATP. Essa molécula foi a engenhosa solução achada pela natureza e pela evolução para compor um sistema simples, rápido e robusto de trocar energia.
                         Em qualquer situação prática, trocas de energia precisam ser feitas de forma organizada para evitar perdas. Para isso, usamos pilhas, baterias, caixas d’água, represas, fios elétricos, enfim, um monte de esquemas para organizar a produção e o transporte da energia da fonte de geração ao consumidor.             
                        Nas células, esse gerenciamento é feito com o uso do ATP.
                        O ATP é TRANSPORTE que leva a energia do local onde é produzida (as mitocôndrias) para onde ela é requisitada, em outras partes da célula. Agora mesmo, quando você move o dedo para clicar seu mouse, os músculos de seu dedo estão tirando um pouco de energia das moléculas de ATP que estão por perto e usando essa energia para contrair as fibras, produzindo o movimento. O mesmo acontece com qualquer outro processo biológico que use energia - isto é, todos!
 É compreensível então a similaridade do desempenho muscular de cavalos PSI descendentes de determinadas linhas maternas mesmo que muito distantes no seu pedigree, ao mesmo tempo em que se verifica a inconstância do mesmo desempenho em relação aos filhos do mesmo pai. Também é notória a capacidade diferenciada para movimentos explosivos de curta duração e aqueles mais lentos de longa duração, não somente na estrutura das fibras musculares, mas também a capacidade explosiva de algumas linhagens de equinos QM em contraposição a capacidade de resistência de outras.
Selecionar por linhas maternas sólidas e comprovadas é uma forma de garantir a preservação de caracteres importantíssimos que somente nossas mulheres de fibra e qualidade podem proporcionar.

                        Por outro lado evidencia cada vez mais a impossibilidade do sonho de produzir trabalhadores diferenciados pela qualidade com origens maternas medíocres.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

A Aritmética do nada.

O governo petista de 2010 a 2016 marcou uma época em que nada foi produzido de positivo. Foi um zero à esquerda, um vácuo.
Suponhamos que o zero represente o nada. Na matemática é impossível chegar a 1 somando zeros. Somem todos os zeros imagináveis e nada teremos de positivo. Para os gregos e romanos a ideia de zero era inconcebível. Um nada não poderia representar alguma coisa. Ao ser inventado o sistema de contabilidade por partida dobrada, na Itália, por volta de 1340, o zero passou a ser encarado como a divisória entre créditos e débitos. Uma das teorias é que o zero vem da primeira letra da palavra grega "oudem"(nada). Uma mais delirante afirma que sua forma deriva da marca circular deixada na areia por uma estaca usada para contar.... A presença de uma ausência
Quando criança eu era intrigado com uma curiosidade chamada "conjunto vazio" que era representada por um colchete fechado sem nada dentro. Trata-se de um conjunto sem membros, como por exemplo, o que representa mulheres presidentes dos EUA. Ele é convencionalmente representado pelo símbolo {}.
Um dos maiores matemáticos do século XIX, Richard Dedekind considerava o conjunto vazio apenas uma ficção conveniente. Mais recentemente, um cientista americano, David K. Lewis destacou o conjunto vazio como um indivíduo especial com um traço de nada dele. Será que o conjunto vazio existe?... Pode haver algo cuja essência é abranger o nada? Na matemática ela é dada por certo. Sua existência pode ser provada pelos axiomas da teoria dos conjuntos.
Sejamos metafisicamente liberais. Ainda que haja apenas o nada, há um conjunto que o contém. Uma entidade governamental denominada Dilma representada por um conjunto vazio com o símbolo do nada dentro.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Agrotóxicos


Às vezes não quero acreditar que vivo numa sociedade de analfabetos funcionais. Estou estarrecido assistindo a uma novela de grande audiência em que um personagem graduado numa universidade francesa prega a agricultura orgânica de subsistência em detrimento à agricultura industrial. O nome “Agricultura Sintrópica” é mais um verbete dos filhos da revolução verde improdutivos. O sistema há muito já é usado na Amazônia por pequenos produtores para recuperar nascentes, áreas degradadas e matas ciliares. Consorciando agricultura familiar, árvores frutíferas, apicultura e preservando ou plantando vegetação regional protegendo o ambiente. Muito válido para micro agricultores e assentados. Ernst Gotsch não descobriu a pólvora.  
Ora!..Ora!.. O autor deveria ter se informado sobre o assunto, antes de  difundir suas convicções políticas de esquerdista. Os agrotóxicos salvaram florestas e bilhões de vidas, e, o homem que mais ajudou a amenizar a fome das pessoas, não foi um político comprometido com o povo nem um líder religioso benevolente. Trata-se do químico alemão FRITZ HABER, cientista-chefe do departamento de armas químicas da Alemanha durante a 1ª Guerra Mundial. HABER defendia o uso do gás cloro nas trincheiras coordenando um ataque em Ipres, na Bélgica onde a armas químicas alemãs mataram quinze mil soldados franceses e canadenses em abril de 1915.  Mas se deve a este homem uma invenção que transformou o mundo.
Em julho de 1909, num laboratório montado pela Basf, ao sul da Alemanha, ele misturou hidrogênio com nitrogênio do ar  numa câmara a 600° de temperatura e pressão 200 vezes a atmosférica ao nível do mar conseguindo produzir amônia. Haber produziu poucos centímetros cúbicos de amônia, menos que um pote de Danoninho.
Para entender a importância deste descobrimento é necessário lembrar como funcionava a agricultura, até então. As plantas não são capazes de retirar o nitrogênio do ar. Elas o absorvem, na terra, através das raízes. A cada colheita o solo se torna mais pobre em nitrogênio, que tradicionalmente  é remediado com esterco, que servia para recuperar o solo pobre em nitrogênio. Mas era necessária uma quantidade mastodôntica para alcançar algum efeito. Não havia pesticidas e fertilizantes sintéticos e os agricultores evitavam as pragas e doenças das plantas com técnicas milenares. As famílias plantavam e colhiam com as mãos ou ferramentas rudimentares, fazendo com que um hectare lhes rendessem 700 kg de trigo, ou 1/5 do que rende hoje. Este mundo idílico e ecologicamente correto tinha um resultado,...a fome.
A fome matou 10% dos ingleses entre 1315 e 1317, um terço dos russos entre 1601 e 1603, 10% dos franceses e noruegueses no final do século XVII e 20% dos irlandeses 1845 e 1849. Hoje a produção de nitrogênio é de 143 milhões de toneladas/ano. Para se obter 1kg de nitrogênio é necessário 1,5 tonelada de esterco de galinha, que é o mais rico em N. Ou seja... Para se obter um saco de fertilizante químico industrial serão necessários 22.000 kg de merda.
Com a ascensão de Hitler, Franz Huber se mudou para a Inglaterra e não viu uma de suas criações, o gás Ziklon A, criado para eliminar insetos que infestavam celeiros de trigos se transformar no gás da câmara de morte nazista.
Por onde passou, a combinação de fertilizantes, defensivos, máquinas e sementes selecionadas multiplicaram colheitas. No século XX, enquanto a população humana cresceu 3,7%, a produção de alimentos foi multiplicada por sete. O fato é que a agricultura evitou o desmatamento de milhares de hectares de floresta por ser possível produzir bem mais na mesma área. Cerca de 3 bilhões de pessoas, quase a metade da população humana, teria pouco o que comer caso a agricultura orgânica ainda predominasse.
 Não é à toa que as maiores crises de fome ocorridas no século XX foi fruto de política conduzida por analfabetos funcionais. É o caso da África onde as novas técnicas sofreram resistências de governos apegados á ideias de agricultura de subsistência. Na Etiópia, o governo comunista de Haile Selassie fez tudo o que podia para boicotar a importação de fertilizantes, tabelou preços e amontoou camponeses em fazendas estatais e proibindo o cultivo privado tornando a agricultura mais improdutiva do que era. O sistema feudal foi abolido com a queda de Salassie em 1975 e a perda de mais de 40.000 vidas extintas pela fome. A população aumentou em índices superiores ao da produção de alimentos e quando veio a seca de 1983 a 1985 não havia estoque de alimentos e 400 mil etíopes morreram de fome.  Na China houve a maior crise de fome do século XX. Durante o governo comunista de Mao Tsé-tung que, também, era contrário á fertilização e defensivos químicos para aumentar a produção agrícola, colheu 15 milhões de mortos pela fome entre 1958 e 1961. Mao Tsé-tung só abriu o olho em 1972 durante a visita de Richard Nixon. Na comitiva americana estava um executivo da KELLOGG e os chineses adquiriram cinco grandes fábricas de fertilizantes. Alguns anos depois a China já era a maior produtora de fertilizantes químicos do mundo.
Agricultura de subsistência ou orgânica é para pequenos produtores para seu próprio consumo ou venda em baixa escala.
Espero que os ecologicamente corretos ou filhos da revolução verde se lembrem de agradecer aos cientistas ambiciosos e grandes fazendeiros todas as vezes que saborearem um cereal, leite ou qualquer produto agrícola e respirar aliviado por viver numa época em que a agricultura orgânica não impera no mundo.   

         Obtive várias fontes de informações.  Geoffrey Blainey,  Yuval Harari, Wikipédia e principalmente Leandro Narloch.