segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O que todo criacionista deveria saber


Parte XIV - A Reforma
   Na Europa, a toda poderosa igreja católica encontrava-se em perigo, ela tolerava e permitia que os ricos desonrados ao pagarem uma taxa prescrita pudessem entrar no seu céu. Acreditavam que seus santos mantinham sob vigilância, um quarto cheio de misericórdia e indulgências do qual podiam distribuir uma porção àqueles pecadores que, no último momento, desejassem a salvação e pudessem pagar por ela.
   Algumas indulgências e concessões dadas em troca de dinheiro ou de favorecimentos prestados baseavam-se num perfeito fundamento espiritual. O dinheiro doado para a construção de catedrais era reconhecido como um passaporte sagrado que poderia ser apresentado ao entrar pela porta do céu.
   Em 1095 durante as cruzadas para recuperar Jeruzalém, o Papa Urbano ll prometeu perdoar os pecados dos cruzados que lutassem por pura devoção e não por honra e dinheiro. Quando a oponente igreja de Speyer, na Alemanha, estava sendo construída em 1451, cerca de 50 sacerdotes se sentavam e, após ouvirem as confissões davam seus perdões aos peregrinos que doassem dinheiro. Vinte anos depois o mesmo Papa permitiu que se vendessem indulgências pelo bem das pessoas já mortas e viviam no purgatório. Também se poderia indultar pecados futuros. Em suma, os ricos podiam comprar o perdão dos pecados cometidos por seus parentes falecidos que, na época de sua morte não tivera necessidade alguma de perdão e o direito de continuar pecando, dependendo da quantia “doada”. Aos pobres, por serem pobres, era negada tal concessão. Ao inferno com eles e seus parentes. Esta mesma igreja que hoje sobrevive com doação de pobres.
   Martinho Lutero, um sacerdote do norte da Alemanha, detestava a venda de indulgências e começou a questionar esta igreja que cobrava pacotes caros pelo perdão. Em 31 de outubro de 1517 afixou seus protestos, em latim, à porta da igreja do castelo de sua cidade. Mesmo não desejando abandonar esta igreja católica que ditava os termos pelos quais ele deveria viver, foi levado ao desestímulo e fundou o luteranismo.
   A bíblia era um livro precioso, escrito à mão e em latim, tão raro que em algumas igrejas a única cópia era acorrentada à mesa de leitura. Martinho Lutero recebeu a tipografia como uma dádiva para seu trabalho. Escrevia panfletos religiosos e os entregava aos tipógrafos. Um panfleto contendo um simples sermão podia, através da poderosa imprensa, chegar a mais pessoas como nunca havia chegado antes. Completou a tradução da bíblia para o alemão em 1534.
   O brilho da luz que iluminava Lutero poderia ter sido apagado não fosse pelo esforço do pregador francês João Calvino que despertava animosidade até entre seus seguidores. Uma peça fundamental em sua doutrina era a predestinação. Acreditava que Deus, através de sua sabedoria, sabia antecipadamente como cada vida humana se desenvolveria. Na essência, algumas pessoas desde o seu nascimento eram predestinadas a ganharem um lugar no céu. Outras eram destinadas a vagarem pela estrada espiritual e nada que pudessem fazer alteraria seu destino final. A doutrina católica pregava que uma pessoa poderia ser salva por bons atos. Lutero afirmava que as pessoas só poderiam ser salvas por sua profunda fé na misericórdia de Deus.
   Calvino não era muito diferente de Maomé, que também acreditava na predestinação e estimulava seus seguidores a assumir com alegria que já estavam entre os escolhidos para serem arrebatados.
   O catolicismo também levou chicotadas vindo das seitas anabatistas, assim chamadas por herdarem seu nome da palavra grega “rebatizados”. Nutriam várias crenças e a maioria se opunha com a idéia do batismo de crianças. Acreditavam que era uma dádiva muito valiosa para ser conferida a seres incapazes de tomar a decisão de viver e morrer em Cristo. Mais do que qualquer outro grupo de protestantes, os anabatistas tiveram grande poder entre os pobres. Foram denunciados como loucos e nocivos por Calvino e Lutero. Foram vistos por muitos governos como a escória da reforma e temidos como opositores da ordem social e religiosa. Foram perseguidos por todos os lugares. Somente na Holanda, aproximadamente 30 mil foram mortos nos 10 anos que se seguiram a 1535 e, foi nesta mesma região que eles conseguiram sobreviver.
   Na França a doutrina de Calvino fracassou ao conquistar o monarca e começou a perder bases fortes em todo território. Em Paris, no dia de São Bartolomeu em 1572, aproximadamente 20 mil protestantes foram massacrados.
   O luteranismo pregava que a bíblia, e não a igreja, era o tribunal de apelação de última instancia e todos os cristãos poderiam apelar para ela. No calvinismo as pessoas comuns tinham mais influência que em qualquer congregação católica.
Lutero tentou dar um toque de nobreza ao cristianismo, mas deu com os burros n’água. Trocou uma maçã podre por um abacaxi azedo.

domingo, 23 de janeiro de 2011

O que todo criacionista deveria saber.

Parte Xlll - A inquisição

A inquisição católica romana foi uma das maiores desgraças que ocorreram na história da humanidade. Se iniciou sob o comando do papa Teodoro l (646-649) que mergulhava sua pena em vinho consagrado antes de sentenciar a morte dos supostos hereges, que em sua maioria eram mulheres. Durante 1.200 anos, um número estimado em mais de 75 milhões de pessoas foram torturadas, com requintes de crueldade, em nome de Jesus. O indivíduo é detido sem qualquer aviso e levado perante um juiz. ¨Foi você quem criou uma tempestade destruindo as colheitas da cidade?¨ “Foi você que matou seu visinho com mau olhado?” ¨Acaso duvida que Cristo esteja corporalmente vivo na eucaristia?¨ “Foi você que se transformou num gato para atazanar seus desafetos?”.

Não perceberá que este tipo de pergunta não permite resposta exculpatória. Ninguém lhe dirá o nome de seus acusadores, pouco importa. Mesmo que contrariassem as acusações contra si, seriam simplesmente punidos como falsas testemunhas ao passo que suas acusações originais conservariam seu peso como prova de sua culpa. Mas resta-lhes uma alternativa: Pode admitir sua culpa e identificar seus cúmplices. Nenhuma confissão será aceita sem que haja outras pessoas envolvidas em seu crime.

Agora enfrentará um castigo proporcional à gravidade dos seus pecados. Flagelação, renúncia à suas propriedades, longo período de encarceramento e quem sabe, para o resto da vida. Ou poderá insistir na sua inocência (afinal, não há muitas pessoas capazes de criar tempestades nem de se transformar em gatos). Em resposta, seus carcereiros ficarão encantados por poderem conduzi-lo aos limites extremos do sofrimento humano antes de o queimarem na fogueira. Poderão aplicar-lhes parafusos nos polegares ou nos dedões dos pés, uma espécie de torno em forma de pêra poderá ser introduzido em sua boca, vagina ou ânus que serão apertados até não agüentar mais a dor. Poderá ser suspenso no teto (strappado) com os braços atados às costas presos a uma roldana com pesos amarrados aos pés para deslocar os ombros.

Se tiver a infelicidade de se encontrar na Espanha onde a tortura judicial atingiu um nível de crueldade inimaginável, poderá ser colocado numa cadeira espanhola. Um trono em aço munido de barras de ferro para fixar os ombros e o pescoço. No intuito de salvar sua alma, será colocado um braseiro em seus pés tostando-os lentamente. Como a mácula da heresia é muito profunda, sua carne será untada com gordura para impedir de arder demasiadamente rápido. Ou será atado, de costas, a um banco com um caldeirão cheio de ratos colocado, de fundo para cima, sobre seu abdome. Mediante a aplicação de calor ao ferro, os ratos começarão a esgravatar sua barriga em busca de uma saída.

Se porventura sobreviver a qualquer destas condições extremas e admitir aos seus algozes que é efetivamente um herético, um feiticeiro ou uma bruxa, será obrigado a confirmar isto perante um juiz inquisidor. Qualquer tentativa de desmentir alegando que sua confissão foi obtida mediante tortura, terá duas opções à escolha: Será devolvido a seus torturadores ou irá direto para a fogueira.

Acaso se arrepender de seus pecados, estes homens compassivos cuja preocupação com o destino de sua alma eterna parece não ter limites, farão a gentileza de estrangulá-lo antes de acender o fogo. Se uma mulher fosse acusada de bruxaria, ficava na iminência de sofrer uma tortura muito especial por parte do clero sedento de sexo. Os sacerdotes católicos tornaram-se assassinos, estupradores e voyeurs.

Métodos de combate a heresias também foram utilizados por igrejas protestantes na Alemanha e Inglaterra, principalmente na perseguição contra católicos e praticantes de bruxaria.

Heresia é heresia, e qualquer pessoa que acredita que a bíblia contém a palavra de infalível de Deus, compreenderá a razão pela qual estas pessoas tinham que ser mortas. “Faça-se a barba aos cães”. Quando um homem imagina que só precisa acreditar, sem provas, na verdade de uma preposição, que seu Deus o protege e que os não crentes irão para o inferno, torna-se capaz de tudo. Qualquer indivíduo, cristão ou não, conhecendo a história da inquisição não verá, mais, o cristianismo com os mesmos olhos.

Comparada com os horrores da Europa medieval ou com a influência negativa do cristianismo quanto a evolução da humanidade, o terrorismo muçulmano parece brincadeira de criança.

Milhões de cristãos e mulçumanos continuam a organizar suas vidas em função das tradições proféticas que não se concretizarão mesmo jorrando rios de sangue em Israel. Não é difícil imaginar que as profecias de uma guerra assassina, se levadas a sério, podem realmente se concretizar. Ainda mais quando um queima a Bíblia do outro.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O que todo criacionista deveria saber


Parte Xll - Estabelecimento das diretrizes
Tudo começou com os concílios. ”Assembléias de altas dignidades eclesiásticas”. Assim deveria de se supor. Nos primeiros concílios ecumênicos foram estabelecidas as diretrizes para o conteúdo e a organização da nova religião. Os mais antigos ensinamentos da fé que, até hoje, conservaram seu valor dogmático foram proclamados nos concílios de Nicéia (325 d.C.), Constantinopla (381 d.C.),Éfeso (431 d.C.), Calcedônia (451 d.C.) e, novamente, Constantinopla em 553 d.C.
Vale a pena expor, em resumo, como os concílios vieram a constituir-se e o que deliberaram, provavelmente por toda a eternidade (até 12/12/2012). He,He,He...
O primeiro Concílio foi convocado em 325 d.C. pelo Imperador Constantino (288-337), batizado cristão em seu leito de morte. Quando em 318, Constantino convocou os bispos para o concílio, seus motivos não eram religiosos, seu interesse era fortalecer o Império Romano. Sob sua presidência, mandou promulgar sua vontade como lei eclesiástica.
Até o concílio de Nicéia prevaleceu a orientação de Ário de Alexandria: Deus e Cristo não eram substancialmente iguais, mas apenas parecidos. Constantino mandou o concílio deliberar pela unidade da substância de Deus-Pai e Jesus. Foi assim que se chegou a consubstanciar Jesus a Deus tornando-se um dogma da igreja e por aclamação, o “Credo Niceno da Fé”.
Até então, o local do sepulcro de Jesus era desconhecido e em 330 Constantino, capacitado por “inspiração divina”, mandou construir em Jerusalém a igreja do Santo Sepulcro. Isto três séculos após a suposta morte de Cristo.
O Imperador Constantino ignorava os ensinamentos de Cristo, pois era adepto ao culto do sol (Mitra, Deus do Sol, dos antigos persas) e por muito tempo, na era cristã, sua imagem apareceu nas moedas como o “Sol Invencível” e como tal, era venerado. Mesmo declarando Jesus igual ao Pai, Constantino mandou matar seu filho Crispo, sua esposa Fausta, que mandou mergulhar em água fervente e seu sogro Maximiliano levado ao suicídio. Aliás, Constantino, “O Grande” foi eleito santo das igrejas armênia, grega e Rússia.
O Segundo Concílio Ecumênico de Constantinopla foi convocado pelo Imperador Teodósio I (347-395) cujas qualidades morais, em nada ficou devendo a seu par anterior. Teodósio I era um déspota e grande explorador da miséria alheia, sobrecarregou o povo com impostos intoleráveis sob ameaça e aplicação de tortura. Por seus métodos, o Anticristo Teodósio I pode, muito bem, ser considerado o patriarca da inquisição. Em 390 d.C., dez anos após seu concílio religioso, Teodósio I mandou trucidar 7.000 cidadãos rebeldes em um pavoroso banho de sangue realizado dento de um circo na cidade de Tessalonica. Proclamou os ensinamentos cristãos como a religião oficial do Império e permitiu que Ambrósio, bispo de Milão, mandasse destruir todos os santuários pagãos. Nesta época, o “Aleluia” foi introduzido nas igrejas. Teodósio I, com este espírito, nada santo, convocou o segundo Concílio em Constantinopla.
Nesta assembléia que os supremos pastores dos ensinamentos cristãos denominaram de Concílio Tronco, foi introduzido o mais importante artigo da fé: o dogma da Trindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo proclamado como “Credo Niceno-Constantinopolitano”. Somado a outro requinte teológico, a unidade da substância (de Nicéia) evoluiu para a igualdade da substância do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Nestes ensinamentos a Santa Trindade possui a mesma natureza divina, a mesma grandeza, sabedoria, poder, bondade e santidade, mas certas atividades ou funções, são distintamente reconhecida em uma , e em outras não.
O terceiro Concílio Ecumênico foi convocado por dois playboys romanos, o Imperador Bizantino Teodósio II (408-450) e Valenciano III (402-455), do Império do Ocidente. Teodósio II era um fraco e reinava sob a regência de sua irmã Pulquéria, a virgem, (399-452). De tanto afirmar esta condição, se tornou Santa da Igreja, mesmo que, após a morte de Teodósio II, ela mandasse assassinar Crísofo, seu rival hábil e bem sucedido. Quanto a Valenciano, do Império do Ocidente, estava sob a tutela de sua mãe, a Imperatriz Gala Plácida e morreu assassinado.
O terceiro Concílio deliberou instituir o culto de Maria, Mãe de Deus. Esta deliberação foi incluída no Codex Theodosiani e, assim, se tornou lei imperial. Como já haviam consubstanciado a igualdade entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo ficou sub-entendida e relação incestuosa. Sempre pretextando a presença do Espírito Santo...
O Quarto Concílio Ecumênico de Calcedônia em 451d.C. .Formalmente foi convocado pelo Imperador Bizantino, Marciano (396-457); na realidade, foi dirigido por Pulquéria,”a virgem”, que se casou com Marciano após a morte de Teodósio II. Alguns teólogos concluíram que Pulquéria convocou o Concílio contra a vontade de diversas igrejas e, no decorrer das deliberações, dirigiu as rédeas com pulso firme. Tinha como seu convidado o Papa Leão I. Ela sabia o que queria.
O Concílio proclamou o dogma de que a pessoa de Jesus reunia”puras e inseparáveis” a natureza divina e a humana. Esta natureza dupla de Jesus gerou dúvidas na igreja quando o patriarca Sérgio de Constantinopla proclamou que em Jesus mesmo havendo duas naturezas, só havia uma vontade, que ficou conhecida na história das herezias como monotelismo. Para outros, como símbolo Calcedoniano da Fé.
O Concílio de Calcedônia encarregou o Papa de interferir, sempre que se tratasse de salvaguardar a unidade dos ensinamentos. Ficou estabelecida a primazia de Roma. Até hoje, o Vaticano deve ficar agradecido à “Santa” Pulquéria por ter logrado com suas intrigas, a realização do Concílio da Calcedônia...

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Deus e o Toxoplasmose Gondii


O Toxoplasmose Gondii é um protozoário parasita intracelular do grupo apicomplexa como o plasmodium da malária. Possui três formas infectantes em seu ciclo de vida: oócitos, bradizoítos contidos em cistos e taquizoítos. O toxoplasma só pode reproduzir se as formas excretadas nas fezes dos gatos forem ingeridas por animais caçados por gatos. Se for ingerida por seres humanos, a sua reprodução se torna inviável, uma vez que só no intestino dos felídeos o protozoário se replica dando origem a várias gerações de toxoplasma através da reprodução assexuada.

Os gametas masculinos e femininos descendem do mesmo parasita e fundidos dão origem ao zigoto que após segregar a parede cística dá origem ao oócito que é expulso aos milhões junto com as fezes. Já no exterior sofre divisão meiótica formando dois esporosítos cada um com quatro esporozoítos. Uma forma altamente resistente a desinfetantes e pode durar até cinco anos em condições úmidas. Estas podem ser ativadas em taquizoítos se forem ingeridas por mamíferos, que passam a ser hospedeiros. Os taquizoítos podem se infectar e replicar em todas as células dos mamíferos, exceto nas hemácias. Uma vez ligada à célula penetra-a, forma um vacúolo parasitóforo dentro do qual se divide. A replicação do parasito continua até que seu número no interior da célula atinja uma massa crítica provocando sua ruptura e liberando parasitos que irão afetar as células adjacentes.

Algumas destas formas produzem oócitos contendo muitos bradizoítos ocorrendo em muitos órgãos do hospedeiro persistindo no SNC (Sistema nervoso central) e nos músculos. A toxoplasmose pode ser adquirida pelo ser humano através da ingestão de água ou alimentos contaminados com oócitos esporulados. Pode ser transmitida congenitamente, ou seja, da mãe para o feto, mas não de pessoa para pessoa. Os pássaros, ratos, coelhos e as cabras são os animais mais propensos à infecção. O ciclo só se completa se o animal infectado for caçado e devorado por um felídeo, aí os cistos libertam os parasitos dentro do seu intestino infectando o novo hóspede definitivo.

A ciência já identificou as causas e os efeitos da toxoplasmose no organismo dos hospedeiros. Os cistos crescem e podem afetar negativamente as estruturas em que se situam, mais freqüentemente músculos, cérebro, coração e retina, podendo levar a alterações neurológicas, problemas cardíacos ou cegueira.

Os ratos infectados pela Toxoplasmose Gondii ficam mais lentos, com visão parca e eufóricos. Por achar que podem, se tornam presas fáceis para o gato. Causas inteligentes são necessárias para explicar as complexas e ricas estruturas da biologia e que estas causas são empiricamente detectáveis. Aos criacionistas, não adianta tentar justificar estas e outras estruturas complexas da biologia dando estes créditos ao DI (Design inteligente). O DI é uma forma moderna do tradicional argumento teológico sobre a existência de um Deus modificado para evitar especulação a respeito da natureza ou identidade do criador por um processo não direcionado como a seleção natural.

Não existem meios para dimensionar a ignorância.