segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A SAGA SARNEY E A DINASTIA KENNEDY


Li no blog do Wanterlor que há publicações na internet afirmando que as escolas maranhenses estão ensinando aos seus alunos que a saga dos Sarnneys (hehehe...) se igualam em importância à dinastia dos Kennedys. Concordo!...
Assim como o Pará tem seu Jáder e a Bahia seu ACM, o Maranhão pode, muito bem, eleger seu filho único mais ilustre e santificá-lo ou enaltecê-lo, como os EUA fez com os Kennedys.
A família Sarney (o Zé) fez muito pelo Estado do Maranhão, reduziu a mortalidade infantil, a pobreza, a violência no campo e nas cidades, o analfabetismo e até a população carcerária, aumentando assim, a renda per capita e o IDH incentivando seus indigentes a emigrarem para o Estado visinho aproveitando o bônus da linha férrea.Nenhum Kennedy conseguiu este custo/benefício.
Com este ¨Golpe de Mestre¨ do São Sarney, copiando seu inteligentíssimo par Salomão que entrou para a história por não haver deixado partir um moleque ao meio, o Pará de desnutrido passou a ser faminto e se tornou o único Estado do mundo a exportar ouro e importar pobres. E o caos dominou a saúde, a educação e a segurança. E a Nazica, nem thumm!...
Eles, os devotos de São Sarnney, deveriam se envergonharem com aquela cena em que seu ¨Santo¨ debulha um rosário de mentiras quando da sua defesa em plenário. Acho que Sarney tem três paridades com Kennedy, as letras N,E e Y no nome. (Se os Kennedys soubessem disto,ai!,ai!...)
Nós não vamos canonizar Jader, seu nome não fica bem com um São antecipando. Por outro lado, somos cientes que ele pertence à mesma confraria de Sarney . Nada santa.
Nossa senhora de Nazaré continuará sendo a padroeira dos Paraenses, mas a maior concentração de fiéis no Estado, são devotos de São Sarney. Conclamo aos devotos da Santíssima a rezarem mais, para que seu próximo manto não seja uma lona preta.

Eu não sou Maranhense... Nem Paraense. Sou Papa-chibé tupiniquim.

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