segunda-feira, 6 de julho de 2009

Esquerdista de Direita

No século XVIII, durante a Revolução Francesa, entram em cena nas assembléias revolucionárias os girondinos e os jacobinos.
Os girondinos eram moderados no combate ao que restava da realeza e se sentavam à direita.
Os jacobinos eram radicais, defendiam a guilhotina para o rei e se sentavam à esquerda. A distância ideológica batizou as duas correntes.
No Brasil existiram as duas correntes. A esquerda sempre fez oposição ao governo. Foi socialista, comunista, anarquista e social democrata. A direita presidiu o país por longo tempo, foi religiosa, nacionalista, militarista e liberal. Cultura da elite patrimonialista em que a tradição é o privado de apropriar do público e viver às custas dos subsídios do estado.
Hoje a esquerda ocupa o poder atingindo seu objetivo: a ditadura do proletariado.
Aprendeu mal a governar cometendo os mesmos erros sem o manto que acobertava a corrupção da direita, hoje inexistente.
Sem oposição, a esquerda festiva governa um país de dimensão continental com solo riquíssimo em minerais, agricultura forte e uma das melhores pecuárias de corte do mundo.
Tem 65,8% de pobres indigentes em sua população.
Tem a maior taxa tributária conhecida.
Tem o maior índice de corrupção e violência.
Tem o turismo sexual como fonte de divisas.
Acaba de conquistar a média nacional de 3,6 no Ensino Fundamental e cresce 2,8% ano.
Esta esquerda festiva é representada por um anarquista inerte e analfabeto no segundo mandato consecutivo e quer criar duas classes sociais: a nobreza política, na qual hoje ele pertence, e a plebe analfabeta da qual ele se originou.
Sua virtude consiste na corajosa proteção ao proletário, indigente, invasor e outros excluídos que formaram sua heterose. Como são maioria, sustentam sua popularidade. Dos seus projetos, o do combustível limpo pode alcançar sucesso, pois governante algum é tão experiente quando o assunto é álcool.
Até que um jacobino peça a guilhotina para o bobo da corte.
Sua cabeça cairá fora do cesto.

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